revolution has come

a revolução

não se faz num dia, não tem que ser feita num dia.

faz-se no dia-a-dia, pode ser feita no dia-a-dia.

a revolução cria-se com hábitos.

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the machine

a tecnologia que tanto nos ajuda,
tem-nos feito esquecer, desprezar e inutilizar todas as nossas reais capacidades
como seres (vivos), como animais.

faz-nos dispersar da nossa real natureza,
do contacto com outros seres humanos.

torna-nos mais fracos.

estamos cada vez mais trabalhadores, em busca de objectivos que não são os nossos,
e cada vez menos sociais.

todas as actividades que nos fazem sentir fortes fisicamente, podem ser feitos em frente a um ecrã, mas a sua intensidade é quase nula.
o contacto com outros pode ser mantido através de máquinas. o numero de pessoas com quem contactamos pode ser maior, mas a sua intensidade é quase nula.


sem titulo

o homem actual é um ser solitário e esqueceu-se que tem uma vida melhor por conquistar.
vive em cima do risco na correria do dia-a-dia, sabe que nao pode falhar.

refugia-se em programas de televisao e em compras que não fazem sentido. Esqueceu-se de valorizar as próprias capacidades que diariamente substitui com ferramentas e compras.
deixou de criar para consumir.  Deixou de ser capaz.

passamos a nossa vida na cidade, negando o sol e a nossa propria natureza.
vivemos afastados da verdadeira natureza que destruimos diariamente.

tornamo-nos medrosos. temos medo das doenças, das catastrofes, da solidao e até do proprio vizinho que já não conhecemos.
temos vergonha de mostrar afecto, de mostrar e dizer que amamos, porque isso é para os chamados fracos.

na correria, há cada vez mais pessoas sozinhas e sem ter com quem partilhar. A familia deixou de ser o que era por não haver tempo.

o TER deu lugar ao SER.
deixamos de ser quem eramos, nao sabemos quem somos e andamos perdidos.