the bang bang club

A história de quatro fotojornalistas de guerra:

Sobre o  livro: http://photos.uol.com.br/materias/ver/51269


salvar o quê, afinal?

Há uns dias li uma SuperInteressante antiga que simulava a vida caso os humanos desaparecessem da face da terra num ápice.

Em resumo do resumo, as grandes cidades eram recuperadas pela natureza. As linhas e estações de metro inundadas, as estradas e edificios seriam a pouco e pouco ocupados por animais e plantas, etc etc.

Sem o elemento Hameaçador, o resto dos elementos reatingirá o equilibrio.

Tudo isto para dar introdução ao meu desabafo:

Não estarão todas as campanhas verdes a utilizar argumentos errados?

Podem extinguir-se elementos (animais e plantas) integrantes da cadeia. E sendo uma cadeia, provocaremos uma quebra. Mais tarde ou mais cedo conduzirá à nossa própria extinção ou quase extinção.

Nós precisamos do equilibrio e de preservar os elementos da natureza apenas para preservar a nossa própria sobrevivência, bem como a de milhões de outros organismos que nem culpa nem responsabilidade nem decisão nem consideração a eles atribuida têm neste processo.

A mal ou a bem a natureza recuperará o seu equilibrio.

Continuando a abordagem bitaitistica (de quem manda bitaites), parece-me que estamos a apontar para o lugar errado. Parece-me que a importância do que há para salvar é subvalorizada já que é encarada de uma forma à qual é fácil responder “com os problemas dos outros (a natureza) posso eu bem” quando o real problema é mesmo a continuidade da espécie humana.