IvanCampuzano.com

Um dos melhores blogs que encontrei nos ultimos tempos:

 

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Terra Sertaneja

“Somos milhões de companheiros e companheiras
buscando a libertação da terra, de homens e mulheres
em um país onde a terra vale ouro e os seres humanos,
alguns gramas de chumbo moldados em balas que fazem
sangrar o destino do nosso povo sofredor!
Na arte de resistir às tentativas da destruição dos nossos sonhos,
 trincheiras da criatividade, se revela a rebeldia dos poetas e
dos cantadores filhos da terra e da esperança no palco imaginário
para onde marcham as colunas dos grandes guerreiros e lutadores sem terra.
A terra no seu suspiro nos abençoa e agradece através
das nuvens de poeira provocadas pelos rígidos pés descalços
que seguem destemidos, construindo esta grande irmandade
de companheiros em busca da dignidade perdida. Seguimos cantando.
Na poesia do cantador se misturam o desejo da terra de homens
na grande sinfonia da esperança que aponta o horizonte
e o longe fica perto quando se caminha adiante.
As cordas movem paixões. 0 sentimento, as pulsações,
o sonho de vencer, os corações. Cantar pois é mais que um prazer
quando as vozes brotam de forças em movimento
que ao som suave de belas melodias elevam foices
e facões rompendo cercas, retirando morões para ver nascer o novo dia.
Assim a terra se converte em causa, a liberdade se converte em sonho,
o grito forte se converte em guerra e o povo todo segue um só caminho
na trilha estreita plantando futuro.
Que a noite escura da dor e da morte passe ligeira,
que o som dos nossos hinos anime nossas consciências
e que a luta redima nossa pobreza,
que o amanhecer nos encontre sorridentes
festejando a nossa liberdade.”

“Terra Sertaneja” por Ademar Bogo


Sometimes fate is like a small sandstorm

“Sometimes fate is like a small sandstorm that keeps changing directions. You change direction but the sandstorm chases you. You turn again, but the storm adjusts. Over and over you play this out, like some ominous dance with death just before dawn. Why? Because this storm isn’t something that blew in from far away, something that has nothing to do with you. This storm is you. Something inside of you. So all you can do is give in to it, step right inside the storm, closing your eyes and plugging up your ears so the sand doesn’t get in, and walk through it, step by step. There’s no sun there, no moon, no direction, no sense of time. Just fine white sand swirling up into the sky like pulverized bones. That’s the kind of sandstorm you need to imagine.

An you really will have to make it through that violent, metaphysical, symbolic storm. No matter how metaphysical or symbolic it might be, make no mistake about it: it will cut through flesh like a thousand razor blades. People will bleed there, and you will bleed too. Hot, red blood. You’ll catch that blood in your hands, your own blood and the blood of others.

And once the storm is over you won’t remember how you made it through, how you managed to survive. You won’t even be sure, in fact, whether the storm is really over. But one thing is certain. When you come out of the storm you won’t be the same person who walked in. That’s what this storm’s all about.”

― Haruki Murakami, Kafka on the Shore


Lifer

This is a song of protest against myself
For not living my life the way i could.
It’s not a song of sorrow ‘cause I’m not sorry anymore:
I’m free to rise from the dead, start all over again,
Find my way and learn to live.


Fragmento do Homem

Assistimos a duas dicotomias convergentes- mais maldade e mistificação do que é o genuíno desenvolvimento sustentável: por um lado são imenos os entraves legais: é na criação de zonas livres de OGM, é na recuperação de edifícios, é no arrendamento a jovens em centros urbanos, é na mobilidade urbana e adaptada e construção de ciclovias, é no orçamento participativo, é nas cidades sustentáveis..e pior de tudo, criamos cada vez mais excluídos/iniquidade e a privataria está a humilhar os excluídos! (…)

Ler o texto completo @ bioterra.blogspot.pt


When I’m out on a long run

When I’m out on a long run, the only thing that matters is finishing the run. For once, my brain isn’t going blehblehbleh all the time. Everything quiets down, and the only thing going on is pure flow. It’s just me and the movement and the motion. That’s what I love—just being a barbarian, running through woods.

Jenn Shelton, p. 149
Born To Run, Christopher McDougall


This is another great difference

This is another great difference between our civilization and yours. You admire the man who pushes his way to the top in any walk of life, while we admire the man who abandons his ego.

Seven Years In Tibet