É um desafio que coloco a mim mesmo

(…) Já sofri por diferentes motivos na vida, muito por uns, pouco por outros, uns grandes e outros pequenos, e muitas vezes reagindo diferente em diferentes graus de relevância. Muitas vezes achava que era horrível e insuportável; o fim do mundo, diga-se de passagem.
Desta vez até considero que estou a gostar de passar mal, porque finalmente comecei a olhar um pouco para dentro e cheguei à conclusão que o mundo já havia antes de mim. Quem tem de mudar sou eu. É um desafio que coloco a mim mesmo. (…)

This time
I won’t make the same mistake
I was striving so hard to go down that road
That i forgot where that road would lead me
Of course i was lost
Fighting the tide with all my strengh
Now i’m feeling weak
But what did i expect?
(chorus)
We need to find, to find a bridge
A new way to set things right
Enought of following other people’s footsteps
I’ll make mine
Even with my eyes shut tight
I can see i was not living my life
This fight meant to set me free
Almost ruinned the best in me
I wanted the flames to grown higher
But i lost myself in the fire
And all burned out
No one else could ear my shout
(chorus)
That negative strife
Those negative ways that some call “life”
Almost ruinned the best in me
The flame of kindness and honesty
(chorus)

Anúncios

Lifer

This is a song of protest against myself
For not living my life the way i could.
It’s not a song of sorrow ‘cause I’m not sorry anymore:
I’m free to rise from the dead, start all over again,
Find my way and learn to live.


Fragmento do Homem

Assistimos a duas dicotomias convergentes- mais maldade e mistificação do que é o genuíno desenvolvimento sustentável: por um lado são imenos os entraves legais: é na criação de zonas livres de OGM, é na recuperação de edifícios, é no arrendamento a jovens em centros urbanos, é na mobilidade urbana e adaptada e construção de ciclovias, é no orçamento participativo, é nas cidades sustentáveis..e pior de tudo, criamos cada vez mais excluídos/iniquidade e a privataria está a humilhar os excluídos! (…)

Ler o texto completo @ bioterra.blogspot.pt


Being me

Waking up at 6AM, running in the woods.
Not because i’m going to win some trophy, not because i want to reduce fat or feel healthy, but only because it makes me feel happy. It’s all about happiness. There is no rational purpose and it may look futile, but it’s all about happiness.


Não morreu ninguém

Há umas semanas, numa manhã de domingo, circulava eu numa estrada nacional. O trânsito começou a entupir e todos se desviavam de um obstáculo. Também me desviei, tal como o meu olhar se desviou da estrada para ver o que era.

Era um senhor estendido no chão. Voltei atrás, deixei o carro a ocupar as duas vias, propositadamente. Saí e tranquei.

Algumas pessoas reclamaram, outras apitaram. Deviam “ter o bacalhau ao lume”.
Fui ver o que se passava. O senhor respirava, dei-lhe umas chapadinhas na cara para o acordar. Perguntou-me se tinha morrido alguém. Disse-lhe que podia, se ele ficasse a dormir estendido no meio da estrada.

Felizmente era só um bebado que tinha encontrado ali uma sombra.


Missão GASTAGUS, ACRIDES 2011

acrides1

Um ano a preparar-me para algo, e fazia ideia para onde ia? Óbvio que não! Foi uma das experiências mais frenéticas da minha vida, toneladas de informação choviam a toda a hora, oxalá fosse igual com a água dos céus.

Histórias de quebrar o coração, aquelas vidas e todo o desperdício humano, e também os potenciais grandes homens e mulheres. Verdadeiros economistas e engenheiros do dia-a-dia; com uma rolha e um alfinete fazem uma festa que dura quantos dias o corpo aguentar; com um garrafão de água tomam-se dois banhos ou mais.

Nem sempre houve tempo para comer, nem sempre havia água engarrafada ali disponível. Dormimos pouco devido ao trabalho, à experiência e ao calor abrasador – até que o corpo se habitue.

Foi pesado para o corpo e para a consciência, levou-nos a questionar tudo. Nada que, ao fim de 3 dias sem água, um banho di chuva não aliviasse e nos desse de volta o ânimo para mais.

Se é duro? É! Mas assumo como a experiência de uma vida. Um mundo de extremos; assistimos ao pior e o melhor que a alma humana pode dar. Apaixonante! Emocionante! Gratificante! Amor! A repetir!

Uma experiência destas devia ser obrigatória a qualquer pessoa neste mundo.

acrides2

acrides3banho

Artigo original AQUI!


Segmenta a Luta!

Muitos sonham com um mundo melhor e mais justo, com mais disto e menos daquilo.
Muitos sabem dizer que querem “paz no mundo”, “acabar com a fome”, “felicidade para todos”. Mas isso é uma exigência muito grande para movimentar em bloco.

A dica é: Segmenta a Luta!

Já há organizações para tudo, e que pegam nos grandes blocos. Não precisas criar uma nova, precisas colaborar com essas organizações.
Já há livros escritos e pessoas que falaram acerca das grandes causas, mas as grandes causas não se ganham do dia para a noite.
As grandes causas precisam ser segmentadas, com pequenas batalhas.

Segmenta a luta em pequenas coisas que precisem ser feitas. Podes começar apenas pela forma como vives o dia-a-dia, os teus hábitos de consumo, a forma como interages com o mundo e contigo mesm@.
Depois disso, pega numa causa, analisa-a a fundo ou tropeça numa coisa pequena que possa ajudar a causa a avançar, num dos mil segmentos que constituem a causa. Segmento a segmento a luta vai avançando e as pessoas à tua volta vão tomando consciência. Só custa começar e depois tudo encarrila; outros vão seguir o exemplo e outros pequenos segmentos vão sendo resolvidos. E quando deres conta, terás uma grande parte do grande bolo preenchida.

É pegando em pequenas frentes que se avança, e não num bloco. É com persistência, tal como a água que bate em pedra dura…