they call it global village

‎”We do not live in a global village, but rather in a global metropolis, a global train station inundated with ‘a crowd of loners'” (Ryszard Kapuscinski)

In fact, in villages people know each other.
One who created the expression “global village” talkin about television – and probably others applied it to the internet, mobile phones and social networks – is wrong.
It’s inversely proportional the capability of knowing more about each other and the closer we are from each others.

We share contents and what we are doing, not human heat.
We see lots of people everyday, but inside our cocoon.

“Nós não vivemos numa aldeia global, mas sim numa metrópole global, uma estação de comboios mundial inundada por uma multidão de solitários “(Ryszard Kapuscinski)

De facto, nas aldeias as pessoas conhecem-se umas às outras.
Aquele que criou a expressão “aldeia global” falando sobre a televisão – e provavelmente outros o aplicaram à internet, telemóveis e redes sociais – está errado.
É inversamente proporcional a capacidade de saber mais sobre os outros ao quanto mais perto estamos uns aos outros.

Nós partilhamos conteúdos e o que estamos fazendo, não o calor humano.
Vemos muitas pessoas todos os dias, mas dentro do nosso casulo (cocoon).

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